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A dor do vento...
"A maior dor do vento é não ser colorido."
Alguém deveria soprar aos ouvidos do vento
que nada é mais terno que o afago da brisa.
Que sua fúria enverga os caules sem piedade
para torná-los mais fortes e oportunizar um recomeço.
Que seu temperamento caprichoso faz esvoaçar múltiplas sementes
que eclodem em cores e se distribuem pelos infinitos campos desse planeta.
E quando ele passar calmo e tranquilo,
alguém deveria aproveitar esse momento de paz,
acariciar seu corpo invisível e cantar a melodia
que ecoa em cada dobra da dor.
Alguém deveria dizer a ele
AH, sim! Alguém deveria lhe dizer
que ninguém passa por esta vida sem viver uma dor.
Mário Quintana
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